O comprometimento não é só social, existe o
comprometimento no aprendizado, chegam na adolescência muitas vezes, sem
saber ler, mal saberão escrever, e foram passadas de ano não por
conhecimento, mas por influência dos pais, ou por leis absurdas do
governo.
A
hiperatividade vem se tornando um tema de preocupação entre os educadores,
qual a razão?
A preocupação é grande, pois a criança não consegue um adequado
desenvolvimento no aprendizado, além dos transtornos comportamentais que
apresenta na sala de aulas.
A escola
é o lugar mais propício para se detectar uma criança hiperativa?
Podemos dizer que a escola
é local onde a alteração do comportamento se apresenta de modo mais visível.
Mesmo que a criança seja hiperativa em casa a acomodação dos familiares a
esse comportamento não permite, por vezes, uma boa percepção.
Existe
algum projeto governamental que ajude as classes economicamente desfavorecidas
com crianças hiperativas?
Não me consta que haja
algum projeto neste sentido, a menos que esteja sendo discutido em nível se
secretaria e que não foi divulgado, ainda.
Encaminhei um projeto para a prefeitura, no sentido de se detectar as crianças com distúrbios de aprendizagem, numa abordagem multidisciplinar, com psicólogos, neurologistas, psicopedagogos, etc.; não sei se vou obter resposta tão já. O governo decretou que os alunos até a 4ª série não podem ser reprovados. O que encontramos hoje é um número de crianças mal alfabetizadas ou analfabetas na 4ª série e não mais na primeira série. Essas crianças não podem seguir o aprendizado e nem podem retornar ao primeiro ano com crianças menores. Portanto o que se percebe é uma evasão escolar grande e estes indivíduos vão para a rua e rapidamente para a criminalidade. Se tivéssemos um programa adequado, provavelmente, a população FEBEM seria muito menor.O equacionamento parece relativamente simples, mas depende de vontade política para se investir neste seguimento.
Encaminhei um projeto para a prefeitura, no sentido de se detectar as crianças com distúrbios de aprendizagem, numa abordagem multidisciplinar, com psicólogos, neurologistas, psicopedagogos, etc.; não sei se vou obter resposta tão já. O governo decretou que os alunos até a 4ª série não podem ser reprovados. O que encontramos hoje é um número de crianças mal alfabetizadas ou analfabetas na 4ª série e não mais na primeira série. Essas crianças não podem seguir o aprendizado e nem podem retornar ao primeiro ano com crianças menores. Portanto o que se percebe é uma evasão escolar grande e estes indivíduos vão para a rua e rapidamente para a criminalidade. Se tivéssemos um programa adequado, provavelmente, a população FEBEM seria muito menor.O equacionamento parece relativamente simples, mas depende de vontade política para se investir neste seguimento.
O
percentual de crianças com hiperatividade é grande?
É grande. Chega à faixa
dos 10% no pré-escolar e 4,5% no escolar.
Temos dois tipos de crianças com hiperatividade, os que têm problemas escolares, pela dispersão, desatenção, falta de concentração e em conseqüência do seu comportamento não conseguem atingir os objetivos no aprendizado; temos hiperativos com um desempenho escolar muito bom, conseguem fazer as tarefas muito rapidamente, mas não ficam quietos, atrapalham a dinâmica da classe e por este motivo a feitura da tarefa pelos outros alunos, passam a ser também mal quistos pelos colegas e até rejeitados pelo grupo porque acabam incomodando aqueles que querem aprender e não conseguem por estarem sendo incomodados.
Temos dois tipos de crianças com hiperatividade, os que têm problemas escolares, pela dispersão, desatenção, falta de concentração e em conseqüência do seu comportamento não conseguem atingir os objetivos no aprendizado; temos hiperativos com um desempenho escolar muito bom, conseguem fazer as tarefas muito rapidamente, mas não ficam quietos, atrapalham a dinâmica da classe e por este motivo a feitura da tarefa pelos outros alunos, passam a ser também mal quistos pelos colegas e até rejeitados pelo grupo porque acabam incomodando aqueles que querem aprender e não conseguem por estarem sendo incomodados.
Existe
uma causa orgânica para a hiperatividade?
Na nossa concepção sim.
Imaginamos que é uma disfunção do sistema nervoso, e essa disfunção leva a
esse tipo de comportamento.
Quando usamos medicamentos para tratar, alteramos essa desorganização bioquímica, e com isso conseguimos um comportamento adequado, diminuímos a hiperatividade, melhoramos todo o contexto que está em torno, que é a dispersão, desatenção, falta de concentração e com isso atingimos um desempenho escolar adequado. Para nós a parte bioquímica é fundamental.
Quando usamos medicamentos para tratar, alteramos essa desorganização bioquímica, e com isso conseguimos um comportamento adequado, diminuímos a hiperatividade, melhoramos todo o contexto que está em torno, que é a dispersão, desatenção, falta de concentração e com isso atingimos um desempenho escolar adequado. Para nós a parte bioquímica é fundamental.
Mas a
hiperatividade pode ser de ordem psicológica?
Ás vezes fica difícil
saber quem veio primeiro, temos crianças que são hiperativas desde pequenas já
no primeiro ano de idade, acordam muitas vezes durante a noite, ou não dormem,
são crianças com muitas cólicas, que choram o tempo todo, são aquelas crianças
eternamente insatisfeitas.
Por outro lado temos crianças que por uma desestruturação familiar podem apresentar um comportamento hiperativo, tanto que o tratamento nesses casos é sempre paralelo, o medicamento não substitui o tratamento psicológico porque a criança hiperativa já tem alguns problemas em outros setores, escola, família, social, etc. que devem ser abordados. O medicamento corrige o comportamento, mas a reestruturação individual necessita de outra abordagem.O medicamento age de modo agudo na hiperatividade e o tratamento psicológico necessita de longo prazo, o resultado será tardio, e nesse período o indivíduo continua inadaptado, continua a ser rejeitado, continua apresentando os mesmos problemas do início. O medicamento pode melhorar rapidamente essa parte comportamental, e o tratamento psicológico é algo necessário e até obrigatório nesses casos.
Por outro lado temos crianças que por uma desestruturação familiar podem apresentar um comportamento hiperativo, tanto que o tratamento nesses casos é sempre paralelo, o medicamento não substitui o tratamento psicológico porque a criança hiperativa já tem alguns problemas em outros setores, escola, família, social, etc. que devem ser abordados. O medicamento corrige o comportamento, mas a reestruturação individual necessita de outra abordagem.O medicamento age de modo agudo na hiperatividade e o tratamento psicológico necessita de longo prazo, o resultado será tardio, e nesse período o indivíduo continua inadaptado, continua a ser rejeitado, continua apresentando os mesmos problemas do início. O medicamento pode melhorar rapidamente essa parte comportamental, e o tratamento psicológico é algo necessário e até obrigatório nesses casos.
Com o
tratamento a hiperatividade tem cura?
Na maioria das vezes, sim.
Durante o tratamento observamos uma melhora no comportamento hiperativo, uma vez
que o medicamento modula o comportamento dessas crianças, e a partir daí,
temos a certeza de que atingimos o platô, o medicamento é retirado
progressivamente até parar e com isso a criança mantém o comportamento
esperado. Esse é um dos pontos que consideramos muito importante na evolução,
é saber que o modelo bioquímico cerebral é muito importante no esquema terapêutico
desses casos.
A
hiperatividade é considerada uma doença?
Se formos consideras
sensu-lato é uma doença. Podemos usar a palavra que quisermos como: distúrbio,
disfunção, etc., mas no final teremos uma alteração, então não deixa de
ser uma "doença".
Existem
causas genéticas na hiperatividade?
Geneticamente é determinada
porque encontramos uma predominância no sexo masculino, encontramos
antecedentes familiares, pais, avós, que tinham um quadro semelhante. Estudos
estão em desenvolvimento no sentido de se determinar qual o gen responsável e
já existem algumas descrições a respeito.
Qual a
diferença entre essas duas abordagens: psicológica e biológica, da
hiperatividade?
Não tem uma diferença
fundamental na apresentação clínica, mas através dos testes psicológicos é
que faremos uma avaliação da parte emocional, e assim detectar as alterações
relacionadas ao quadro.
A avaliação psicológica é pertinente, é necessária, porque temos que fazer uma abordagem bi-lateral.
Se formos imaginar que a criança já vem desde a época de berço apresentando a hiperatividade, não será a questão emocional a mais evidente. Por outro lado existem correntes que consideram o stress da gravidez como um ponto de desenvolvimento da hiperatividade e com isso a criança já nasceria com essas características e o tempo se encarregaria de desenvolver o quadro de modo mais exuberante.
A avaliação psicológica é pertinente, é necessária, porque temos que fazer uma abordagem bi-lateral.
Se formos imaginar que a criança já vem desde a época de berço apresentando a hiperatividade, não será a questão emocional a mais evidente. Por outro lado existem correntes que consideram o stress da gravidez como um ponto de desenvolvimento da hiperatividade e com isso a criança já nasceria com essas características e o tempo se encarregaria de desenvolver o quadro de modo mais exuberante.
O
tratamento independentemente das causas, é o mesmo?
Exato. Temos que usar o
medicamento que sem dúvida nenhuma é o ponto do tratamento agudo e com o
medicamento obteremos melhoria no máximo em uma semana, dez dias, já notaremos
uma melhoria importante no comportamento, ao passo que o tratamento psicológico,
como é um tratamento mais lento de sedimentação, necessita um tempo longo.
Há pessoas que pensam que porque estão tomando o medicamento não precisam do psicólogo, ou se estão em tratamento psicológico não precisam do remédio, o que é uma bobagem, muitos profissionais pensam isso, e estão errados, pois são pontos que devem ser trabalhados conjuntamente.
Há pessoas que pensam que porque estão tomando o medicamento não precisam do psicólogo, ou se estão em tratamento psicológico não precisam do remédio, o que é uma bobagem, muitos profissionais pensam isso, e estão errados, pois são pontos que devem ser trabalhados conjuntamente.
Quais são
os sintomas que o hiperativo apresenta?
* crianças que não param,
na refeição a criança não fica sentada à mesa, se levantam o tempo todo e
na grande maioria das vezes para que se alimente, tem que se correr com o prato
de comida atrás desta criança;
* crianças que não
conseguem assistir um programa de TV, ficam o tempo todo se mexendo, plantando
bananeira, não conseguem se concentrar mexem em coisas;
* crianças que não
conseguem ficar brincando com determinado brinquedo durante um período,
trocando de brinquedo e brincadeira o tempo todo, nada satisfaz.
* crianças que não dormem,
que ficam todo tempo chorando, ficam insatisfeitas sempre;
* crianças que se expõe
com muita facilidade a situações de perigo, não percebem essa faceta e temos
que ficar vigiando sempre.
* crianças que na escola,
se destacam em seu comportamento.
* crianças que não param
na sala de aula, não param sentadas na carteira, não ficam quietas, mesmo
ouvindo a professora contando uma história.
* crianças que não
conseguem se manter em um grupo ficam girando em torno de grupo para ver o que
um está fazendo ou outro está fazendo, mexe com os outros, fala o tempo todo,
interrompe as conversas, às vezes até por motivos não inerentes aquela
conversa, muitas vezes essas crianças interferem nas conversas e são muitas
vezes reprimidas, fazem perguntas o tempo todo e não esperam a resposta.
Esta
criança normalmente fica marginalizada?
Sim, e aí começa todo o
conflito, eles não tem "desconfiômetro", acham que não estão
fazendo nada de especial, nada de anormal, muitas vezes são castigadas e não
entendem porque estão sendo punidas, o comportamento não lhes diz nada, mas a
punição existe, assim sendo, essa marginalização dos colegas, dos
professores, da família acaba acontecendo mais hora menos hora, e deixa uma
cicatriz muito forte. Temos que trabalhar muito no sentido de melhorar a
auto-estima desta criança.
Como a
escola pode ajudar na hiperatividade?
A escola ajuda quando
detecta, chama os pais, encaminha para avaliações especializadas.
Na minha concepção, as escolas sempre encaminham para uma avaliação psicológica e fica por isso mesmo. Essas crianças não são tratadas com medicamentos, temos uma gama enorme de crianças que chegam aqui sendo tratadas a dois, três anos sem resolver nada.Muitas das ocasiões nem foram os profissionais que as encaminharam para cá, foram os pais que acabaram vindo por conta própria ou por uma série de informações passaram a conhecer.
Muitas vezes vão para o pediatra e este muito pouco conhece sobre a hiperatividade e acaba encaminhando mal, uma das tendências é dizer que isso passa com o tempo, é fase, só que essa fase dura até os 9/10/11/12//13/15 anos, o que compromete toda a vida do indivíduo.
O comprometimento não é só social, existe o comprometimento no aprendizado, chegam na adolescência muitas vezes, sem saber ler, mal saberão escrever, e foram passadas de ano não por conhecimento, mas por influência dos pais, ou por leis absurdas do governo.
Muitos adolescentes pedem ajuda aos pais, por se conscientizar que não conseguem se concentrar, não conseguem estudar, não conseguem memorizar.
Com o diagnóstico precoce se obtém um êxito melhor no tratamento e é muito mais econômico, pois o tempo de tratamento é mais curto; quanto mais crônico é um problema, maior a dificuldade para a sua resolução.
Na minha concepção, as escolas sempre encaminham para uma avaliação psicológica e fica por isso mesmo. Essas crianças não são tratadas com medicamentos, temos uma gama enorme de crianças que chegam aqui sendo tratadas a dois, três anos sem resolver nada.Muitas das ocasiões nem foram os profissionais que as encaminharam para cá, foram os pais que acabaram vindo por conta própria ou por uma série de informações passaram a conhecer.
Muitas vezes vão para o pediatra e este muito pouco conhece sobre a hiperatividade e acaba encaminhando mal, uma das tendências é dizer que isso passa com o tempo, é fase, só que essa fase dura até os 9/10/11/12//13/15 anos, o que compromete toda a vida do indivíduo.
O comprometimento não é só social, existe o comprometimento no aprendizado, chegam na adolescência muitas vezes, sem saber ler, mal saberão escrever, e foram passadas de ano não por conhecimento, mas por influência dos pais, ou por leis absurdas do governo.
Muitos adolescentes pedem ajuda aos pais, por se conscientizar que não conseguem se concentrar, não conseguem estudar, não conseguem memorizar.
Com o diagnóstico precoce se obtém um êxito melhor no tratamento e é muito mais econômico, pois o tempo de tratamento é mais curto; quanto mais crônico é um problema, maior a dificuldade para a sua resolução.
O
despreparo dos profissionais da saúde é grande para a questão da
hiperatividade?
Existe um desconhecimento
grande, apesar de não ser um assunto novo, há 35 anos, 40 anos já existia o
diagnóstico que antes era usado à sigla DCM (Disfunção Cerebral Mínima) e
que depois com o tempo acabou sendo desdobrada: Distúrbio da Atenção, Síndrome
do Déficit de Atenção com ou sem hiperatividade, mudou a sigla, mas o quadro
é exatamente o mesmo.
Se trabalharmos com educação, temos que conhecer todos os caminhos da educação, se você trabalha com neurologia infantil tem que conhecer todos os meandros da neurologia infantil, mesmo que não seja especialista numa determinada área, tem que conhecer e saber que existe.
Um pediatra se é generalista, tem que conhecer a hiperatividade, mesmo que não a trate, tem por obrigação diagnosticar e encaminhar corretamente, essa é uma falha que existe e é freqüente. Professor mal formado já se sabe que o Estado tem, mas o que mais surpreende é ver nas escolas particulares regiamente pagas, pessoas que não conhecem, não sabem observar um comportamento anormal, confundindo-o muitas vezes com má educação ou os considera "bagunceiros" ou até deficiente mental.
Se trabalharmos com educação, temos que conhecer todos os caminhos da educação, se você trabalha com neurologia infantil tem que conhecer todos os meandros da neurologia infantil, mesmo que não seja especialista numa determinada área, tem que conhecer e saber que existe.
Um pediatra se é generalista, tem que conhecer a hiperatividade, mesmo que não a trate, tem por obrigação diagnosticar e encaminhar corretamente, essa é uma falha que existe e é freqüente. Professor mal formado já se sabe que o Estado tem, mas o que mais surpreende é ver nas escolas particulares regiamente pagas, pessoas que não conhecem, não sabem observar um comportamento anormal, confundindo-o muitas vezes com má educação ou os considera "bagunceiros" ou até deficiente mental.
Percebemos
que existe um pré-conceito com relação à parte medicamentosa, como o Sr.
Analisa isso?
Existe um pré-conceito
muito forte, mas há um desconhecimento quanto à existência de estudos
Americanos onde o índice de delinqüência do indivíduo hiperativo não
tratado é infinitamente maior que nos tratados; isso está na literatura.
Vemos profissionais da educação e até da saúde, que trabalham com essas crianças, intervindo na retirada precoce do medicamento, fazendo ruir tratamentos por puro pré-conceito.
A própria família muitas vezes, acredita que o tempo que a criança vem se tratando é o suficiente e retira a medicação ou diminui, por conta própria.
O que procuro chamar atenção é que se estivéssemos tratando um diabético que necessita de insulina todos os dias, pelo resto da vida, não se questionaria. Então porque não se tem a paciência para tratar o hiperativo durante algum tempo?
Vemos profissionais da educação e até da saúde, que trabalham com essas crianças, intervindo na retirada precoce do medicamento, fazendo ruir tratamentos por puro pré-conceito.
A própria família muitas vezes, acredita que o tempo que a criança vem se tratando é o suficiente e retira a medicação ou diminui, por conta própria.
O que procuro chamar atenção é que se estivéssemos tratando um diabético que necessita de insulina todos os dias, pelo resto da vida, não se questionaria. Então porque não se tem a paciência para tratar o hiperativo durante algum tempo?
Existem
outros transtornos que possam se confundir com a hiperatividade?
Temos muitas doenças que se
acompanham do quadro hiperativo.
Crianças com Síndrome de Down, em sua maioria, são hiperativas, e ela deverá ser tratada da sua hiperatividade para ajuda-la em seu aprendizado, crianças com TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo), muitos são hiperativos, isso atrapalha no rendimento global; temos autistas hiperativos e temos que tratar, alguns com dislexia apresentam hiperatividade;crianças com distúrbio de aprendizagem também podem ser hiperativas.
Crianças com Síndrome de Down, em sua maioria, são hiperativas, e ela deverá ser tratada da sua hiperatividade para ajuda-la em seu aprendizado, crianças com TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo), muitos são hiperativos, isso atrapalha no rendimento global; temos autistas hiperativos e temos que tratar, alguns com dislexia apresentam hiperatividade;crianças com distúrbio de aprendizagem também podem ser hiperativas.
Como
devemos nos conscientizar da importância da questão da hiperatividade?
Cabe a cada um de nós se
interar do assunto e procurar ver qual o segmento mais adequado.
Mesmo os indivíduos que não tem grandes desvios comportamentais, carregam durante muitos anos dificuldades na escolaridade, dificuldade no aprendizado, uma série de outros transtornos que irão carregar até a idade adulta.
Mesmo os indivíduos que não tem grandes desvios comportamentais, carregam durante muitos anos dificuldades na escolaridade, dificuldade no aprendizado, uma série de outros transtornos que irão carregar até a idade adulta.
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